segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Escola Estadual Presidente Kennedy é campeã do IDEB no RN e alcança média no padrão internacional

Sala de aula da Escola Presidente Kennedy
A questão da falta de gestão é, de fato, o grande problema que se arrasta por muitos anos na Educação pública do Rio Grande do Norte. Quando se garante gestão eficiente, se tem resultados a apresentar e uma clientela orgulhosa e satisfeita. 

A Escola Estadual Presidente Kennedy, localizada no bairro de Lagoa Nova, em Natal, é um prova disso. É a escola campeã do IDEB no Rio Grande do Norte nos anos iniciais (1º ao 5º ano). 

Com média de 6,0 pontos, a Escola Estadual Presidente Kennedy quase que duplica a meta estabelecida de 3,3 pontos. Em sua trajetória, a escola vem superando as metas estabelecidas, IDEB após IDEB. No ano de 2005, a “Presidente Kennedy” obteve 2,6 pontos; em 2007 subiu para 4,6, quando a meta estabelecida era de 2,6; em 2009 conseguiu 5,3 quando a meta era de 2,9; e em 2011 chegou aos 6,0 pontos quando a meta era de 3,3. 

Com meta de 6,0 pontos, a “Presidente Kennedy” alcança a média internacional e supera, com ampla folga, a meta estabelecida para o ano de 2021, que é de 4,8 pontos. 

O diferencial dessa escola, que navega com altivez em um mar de inconsistência, é a gestão. Parte de uma estrutura de ensino que tem à frente o Instituto de Educação Superior Presidente Kennedy, a escola articula a formação continuada com a prática pedagógica que chega até os alunos e entusiasma os pais. Ultimamente foi também a vencedora do Prêmio de Gestão Escolar no Rio Grande do Norte. 

Gestão eficiente garante comprometimento dos educadores e da equipe pedagógica. Comprometimento dentro de campo fica bem mais fácil colocar em prática o que foi planejado. Entre os projetos que a própria equipe técnica destaca, em entrevista ao jornal Diário de Natal, está o de Leitura, desenvolvido em sala de aula e também na sala de leitura. 

A equipe também destaca o estilo adotado na disposição das carteiras que foge da fila indiana tradicional e difundida até nas universidades. “Fizemos dois quadrados, num formato que tem agradado a todos porque são apenas duas fileiras, não permitindo que o aluno fique lá atrás”, dizem as coordenadoras pedagógicas, Ângela Maria Gomes e Denise Martins. 



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