domingo, 21 de outubro de 2012

Em entrevista a Zilene Costa em 1996, professor lusitano já falava no fim do livro

Aníbal Bragança: livro pode se tornar obsoleto no Brasil

Em matéria publicada no ano de 1996, no Diário de Natal, a jornalista Zilene Costa, trazia a palavra do professor Aníbal Bragança, da Universidade Federal Fluminense, do Rio de Janeiro, preconizando a decadência e, consequentemente, o fim do livro impresso.

Aníbal Bragança, natural da pequena cidade de Vila da Feira, em Portugal, também se especializou como colecionador de livros e tinha, já na época, a exata noção dos caminhos que estavam sendo seguidos pelas novas gerações em busca de informações e conhecimentos.

“Hoje existe a comunicação via internet onde qualquer pessoa pode navegar por caminhos singulares de forma instantânea, cada um buscando um caminho, um conhecimento que lhe convém, que lhe interessa”, argumentava Bragança.


Para ele, o que leva os livros a uma escala de inferioridade frente aos novos meios que estão surgindo, é que nos novos meios de comunicação há múltiplos caminhos de comunicação muito mais ricos e fartos que os livros. 

A matéria completa, com a qualidade de texto da jornalista Zilene Costa, pode ser vista no link http://www.uff.br/lihed/images/anibal_livros/livrohegemonia.pdf

A ajornalista Zilene Costa é assessora de imprensa da Secretaria Estadual do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social do RN e colaboradora do AnoteRN.

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