domingo, 20 de janeiro de 2013

Programa Inglês sem Fronteiras vai capacitar 500 mil estudantes brasileiros até 2014

Biblioteca de Harvard: tem que aprender Inglês pra estudar lá
O governo brasileiro finalmente se deu conta que não dá para avançar na Educação, Ciência e Tecnologia, driblando o que costumeiramente se chama nos meios acadêmicos de "barreiras da língua". Até agora, as academias buscavam encaminhar estudantes e professores para cursos de qualificação em países sem maiores relevância nos campos da Educação, da Ciência e da Tecnologia.

O Inglês sem Fronteiras vai capacitar estudantes universitários brasileiros para serem recebidos pelas maiores universidades do mundo - que exigem, e não poderia ser diferente, a proficiência no idioma Inglês. Estudantes e professores, desta maneira, irão se qualificar nas universidades de ponta em países como Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, França, Alemanha, Japão, Austrália, Coréia do Sul e Itália.

O programa será destinado, inicialmente, a cerca de 500 mil estudantes do Ensino Superior aptos a participar do programa Ciência sem Fronteiras até 2014. 

"O Inglês sem Fronteiras está apenas no primeiro passo. A partir de experiências pedagógicas iremos expandir. Vamos começar com o Ciência sem Fronteiras, depois com a graduação e o Ensino Médio, e depois chegaremos ao Ensino Fundamental", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

O Inglês sem Fronteiras abrangerá todos os níveis de proficiência, do mais básico ao mais avançado. Serão aplicados 500 mil exames do Test of English as a Foreign Language (Toefl), certificação reconhecida em todo o mundo, que servirá de diagnóstico. 

Os estudantes com melhores resultados receberão senhas para estudar a distância por meio do Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação — serão distribuídas 100 mil senhas. Outros 10 mil participarão de cursos presenciais.

De acordo com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, a preparação em inglês dos estudantes é fundamental para o sucesso do programa Ciência sem Fronteiras. “Inglês é a língua universal da ciência.. Nos melhores cursos de ciências, o inglês é essencial para acompanhar as aulas nas melhores universidades do mundo”, afirmou.



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