sábado, 9 de março de 2013

Eduardo Cardoso, Henrique e Garibaldi na governadoria: RN terá recursos federais para enfrentar criminalidade

Reunião na Governadoria: mais recursos para Segurança
Encontro administrativo reuniu na Governadoria do RN, na manhã deste sábado (9), o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, o ministro da Previdência, Garibaldi Filho, o presidente da Câmara Federal, Henrique Alves, a governadora Rosalba Ciarlini, e o senador José Agripino.

Na pauta, a crescente onda de criminalidade que toma conta do Rio Grande do Norte. Como principal resultado da reunião ilustre, a decisão do ministro Eduardo Cardoso de implantar o programa "Brasil Mais Seguro" no Estado.

“A criminalidade é um grande problema no Brasil. Queremos aqui firmar uma grande parceria, Governo Federal e Estadual, sem disputas políticas, sem disputas ideológicas, somando forças. Vamos criar uma série de metas e dividir as responsabilidades. Vamos pactuar com o legislativo, com o judiciário, com o Ministério Público e vamos fazer uma grande ofensiva contra a criminalidade”, afirmou José Eduardo Cardoso.

O programa, já implantado em Alagoas e Paraíba, garante parceria com o Governo Federal e, consequentemente mais recursos, no combate a violência.

Trata-se da primeira medida prática das principais lideranças que dão sustentação ao governo de Rosalba Ciarlini, após a reunião de Brasília.

"Precisamos trabalhar em conjunto e é isso que estamos fazendo aqui. Com essa união de forças vamos com certeza conseguir o nosso objetivo, que é o pacto pela vida, o pacto pelo Rio Grande do Norte", disse Rosalba Ciarlini.

A questão da Segurança, apresentada aqui no site através de matéria com entrevista do secretário Aldair da Rocha, é a que mais afeta a classe média. Os outros grandes problemas, que persistem e também necessitam de choque de gestão e de parceria federal, Educação e Saúde, afetam mais quem não tem dinheiro para bancar planos de saúde e escolas particulares - a família de baixa renda. Na Segurança não existe alternativa, ela tem que ser pública e, no momento, não tem funcionado e está perdendo a batalha para a criminalidade.






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