sexta-feira, 22 de março de 2013

Educação forte: Estrutura da Ufersa Angicos e curso de Engenharia entusiasmam estudantes da Região do Sertão Central

Grande estrutura e boas instalações empolgam estudantes
A Educação forte que chega como instrumento real de orgulho e de desenvolvimento social de um povo. A ida de 250 estudantes de Ensino Médio de nove municípios da Região do Sertão Central, a mais pobre do RN, nesta sexta-feira (22), por ocasião da abertura do Seminário sobre Perspectivas de Engenharia Civil na Região do Semiárido, as dependências do Campus da Ufersa em Angicos deve ser vista por aspectos distintos.

Em primeiro plano a própria intenção da Ufersa (Universidade Federal Rural do Semi-Árido) de mostrar aos jovens estudantes as perspectivas da Engenharia Civil na região do Semiárido.

O outro aspecto é o impacto que a grande Escola causa na mente das centenas de jovens e o consequente impulso para a continuidade nos estudos. A Ufersa tem a condição por sua grandiosidade e pragmatismo de impactar jovens, mudar fisionomias de cidades, tornar a perspectiva de desenvolvimento irreversível, estimular a pesquisa científica entre estudantes de escolas públicas estaduais, e promover o verdadeiro progresso social a partir do orgulho de ser Escola e de ser Ambiente de ensino/aprendizagem.

Engenharia Civil é um curso novo na Ufersa Angicos que teve início neste semestre e a primeira turma conta com 17 alunos, a maioria da região. O Seminário tem o objetivo de difundir o novo curso e mostrar o amplo campo de trabalho que se abre na região na área da Engenharia Civil.

Ao público formado pelos 250 estudantes de escolas públicas dos municípios da Região se somou o contingente de universitários de Ciência e Tecnologia da Ufersa.
A grande universidade está mudando a face do Sertão pela Educação
O primeiro momento do Seminário foi finalizado com a palestra “O que se estuda em Engenharia Civil”, ministrada pelo professor Alexandre Bertine, da Universidade Federal do Ceará. Na ocasião, o professor comentou que a partir da última década as perspectivas de trabalho na área de Engenharia Civil têm aumentado significativamente e explanou sobre as funções do Engenheiro Civil. “O Engenheiro Civil projeta, planeja e executa, fiscaliza e supervisiona a construção”, frisou.

Durante todo o dia desta sexta os estudantes receberam informações sobre a atuação profissional do Engenheiro Civil e sobre a estrutura que a Ufersa oferece para o curso."A Universidade está contribuindo para o desenvolvimento da região, promovendo a valorização do curso de Engenharia Civil", ressalta o professor Aerson Barreto, coordenador do seminário.

O reitor da Ufersa, José de Arimatea de Matos, destacou a importância da instalação da universidade em Angicos como uma importante oportunidade para os estudantes fazerem um curso superior de qualidade sem precisar se deslocar em grandes distâncias. “A Ufersa Angicos foi criada para oferecer oportunidades de mudança de vida”, afirmou Arimatea.

Falando aos presentes no moderno auditório, a professora Marcilene da Nóbrega, coordenadora do curso de Engenharia Civil, deu seu testemunho pessoal. “Para estudar na universidade tive que deixar a minha cidade, Assu, para morar num grande centro. Hoje, vocês não mais precisam sair da sua região para se formar em engenharia civil”, afirmou.
A Ufersa quer o Sertão pensando grande
Encantados com as instalações da Ufersa Angicos, a visita ao campus só fez aumentar o sonho de ingresso na Universidade. Esse é o caso do estudante Francisco Elvis Barbosa, de Pedro Avelino. “É uma grande estrutura,  quero ser estudante aqui", disse Francisco Elvis.

Já Juliana Camila da Silva, de Fernando Pedrosa, considerou o Seminário de grande importância. “Tenho certeza que vai me ajudar a decidir pela engenharia civil”, falou Juliana Camila.

Ainda em dúvida entre Civil e Petróleo, Thales Barbosa, de Lajes, achou interessante o que ouviu e viu. “Gostei da Ufersa e quero fazer o curso superior aqui”, afirmou.

O Seminário é uma realização da Ufersa Angicos, em parceria com a Escola Estadual Francisco Veras e, com o apoio do CNPq, Vale e Ministério da Ciência e Tecnologia.

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