quinta-feira, 11 de abril de 2013

Guararapes vai terceirizar produção junto a pequenas fábricas de confecções no Seridó

Centro de Distribuição da Riachuelo em Guarulhos, SP
O coordenador de relacionamento com facções do Grupo Guararapes, Fernando Fernandes, anunciou o início de parceria na região Seridó."Este é o primeiro passo da Guararapes para o trabalho com facções. Estamos começando pelo Seridó. Nosso objetivo é ampliar essas parcerias e no momento que consolidarmos haverá expansão", disse Fernando Fernandes.

A região Seridó do RN tem se destacado na área de confecções e sofreu grande revés com a proibição de bonés como brinde eleitoral. Com a presença da norteriograndense Guararapes, maior fábrica de confecções da América Latina, fazendo parcerias com facções de produtores de confecções da região, os ventos do progresso voltam a soprar.

A Guararapes pretende chegar a um volume de produção, junto a facções do Seridó, da ordem de 5.000 peças por dia. Inicialmente trabalhará com malha e tecido plano.

"Buscamos o Seridó, primeiro pela credibilidade, e segundo, pela nossa necessidade de crescer o volume de produção. As lojas Riachuelo, que fazem parte do grupo, se expandem a cada ano e viu-se a necessidade da ampliação da produção, e isso não seria possível sem a terceirização", disse Fernando Fernandes.


No ano passado, o empresário Flávio Rocha, do Grupo Guararapes/Riachuelo, tinha falado do objetivo de, para cada emprego gerado na expansão da Riachuelo no país, um emprego fosse gerado no complexo de fábricas da Guararapes no Rio Grande do Norte.

O empresário, na época, lamentava isso não poder ser feito devido aos entraves existentes na estrutura do Estado - como um todo, que findam prejudicando o empreendedor que quer investir no Rio Grande do Norte.

A Guararapes, contudo, está procurando outros caminhos. Estabelecendo parcerias com pequenas fábricas de confecções do Seridó, gerará renda, emprego, e estimulará o desenvolvimento de uma região. Os empregos não estarão sendo gerados dentro da imensa estrutura de concreto armado que domina a vista aérea de Natal/Extremoz, mas estará sendo gerado em pequenos municípios do pobre Sertão do Rio Grande do Norte.

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