quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Ufersa: Alunos da rede pública apresentam projetos na Feira de Ciências do Semiárido Potiguar

A Feira de Ciências do Semiárido Potiguar, em sua terceira edição, terá a apresentação de cerca de 200 trabalhos de iniciação científica desenvolvidos por estudantes e professores de Ensino Médio de escolas estaduais do Rio Grande do Norte.

A Feira começa nesta quinta-feira (16), às 19 horas, em solenidade no Expocenter, dependências da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), e prossegue até sexta-feira (18).

Pesquisa científica no Ensino Médio
A exposição de trabalhos de iniciação científica acontece na quinta-feira (17) e na sexta (18) no Ginásio Pedro Ciarlini, centro de Mossoró, pela manhã e à tarde.

O evento irá premiar os melhores trabalhos de iniciação científica na sexta-feira (18) em solenidade no Hotel Garbos que começa às 14h.

A Feira de Ciências do Semiárido Potiguar é desdobramento de estratégia desenvolvida pela Ufersa para levar a iniciação científica as escolas públicas de nível médio de diversas regiões do Rio Grande do Norte. 

A Ufersa inicialmente ofereceu capacitação a professores da rede pública sobre projetos de iniciação científica. Posteriormente, esses professores voltando as suas escolas de origem colocaram em prática o que vivenciaram na Ufersa. 

Resultado: uma Educação que não se limita ao burocratismo de transmitir o que já foi feito e escrito, mas que procura ir além e criar, a partir do cotidiano do aluno e de seu contexto, possibilidades científicas para a melhorar a vida das pessoas e o meio ambiente.

Com a iniciativa ganhando força, parceiros, e se propagando de região para região, o Rio Grande do Norte passou, pelas mentes dos estudantes do Ensino Médio, a ser representado em eventos de grande porte como o da Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia) da USP (Universidade de São Paulo), um das maiores da América Latina.

Essa iniciativa que começa no terreno da Ufersa leva estudantes do Rio Grande do Norte a eventos científicos de ponta no mundo inteiro como foi o caso dos estudantes que participaram este ano do London International Youth Science Forum.

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