quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Ufersa dá início a Feira de Ciências do Semiárido Potiguar

Apresentação cultural na abertura da Feira
A sexta edição da Feira de Ciências do Semiárido Potiguar foi aberta na noite da quarta-feira (16) na área externa do Expocenter, nas dependências da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), em Mossoró.

A Feira de Ciências prossegue até esta sexta-feira (18) com exposição de 202 trabalhos de iniciação científica desenvolvidos por estudantes de Ensino Médio da rede estadual de ensino. Trabalhos que retratam experiências no campo da Ciência levando em consideração observações feitas pelos alunos na própria comunidade onde vivem.

Os trabalhos estão sendo expostos no Ginásio de Esportes Pedro Ciarilini. Na quinta-feira (17) a exposição foi aberta ao púbico no horário das 13 às 20h. Nesta sexta-feira (18) estará aberta das 8 às 11h. 

No período da tarde, a partir das 14h, no Hotel Garbos, tem a premiação dos melhores trabalhos.

O evento tem também palestras, oficinas, debates e exposições de trabalhos de várias áreas do conhecimento. Durante a Feira ocorrem ainda apresentações culturais de grupos da região Oeste.

O vice-reitor da Ufersa, Francisco Odolberto de Araújo, destacou a oportunidade que os estudantes têm de se aproximarem do mundo científico através do Programa Ciência para Todos no Semiárido Potiguar. 

"Exortamos vocês, estudantes, a expandirem as fronteiras do conhecimento", afirmou Francisco Odolberto, vice-reitor da instituição que tem impulsionado a iniciação científica no Rio Grande do Norte ultrapassando os limites de suas fronteiras, de seus prédios, de seus muros.

O Programa Ciência para Todos no Semiárido Potiguar não é participativo apenas no nome, ele busca a inserção no mundo da pesquisa científica de professores de escolas públicas e alunos do Nível Médio dos mais diferentes municípios. É uma autêntica revolução por meio da iniciação científica. 

É a comprovação de que a escola pública pode fazer a diferença, mesmo nos dias atuais. Basta iniciativa, competência e vontade de fazer.

Os trabalhos desenvolvidos a partir da faísca do conhecimento produzida pelo Programa Ciência para Todos no Semiárido Potiguar foram para as feiras de ciências regionais. Depois para a Feira de Ciências do Semiárido Potiguar. 

Os escolhidos melhores representam o RN na maior feira de ciências do Brasil -a Febrace da USP, em São Paulo. Os escolhidos na Febrace seguem para feiras internacionais. O Rio Grande do Norte agora faz parte efetiva do circuito de iniciação científica internacional.

Por isso tudo, o vice-reitor da Ufersa tem toda razão em exortar os estudantes a expandirem suas fronteiras do conhecimento. A Ufersa tem feito isso permanentemente.

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